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Encontros Leya: Maria João Lopo de Carvalho

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         A Biblioteca Escolar tem o prazer de informar a comunidade escolar que no dia 5 de dezembro, segunda-feira, há um Encontro Leya com a escritora Maria João Lopo de Carvalho na Biblioteca Escolar da Escola Básica do 1.º Ciclo de Santa Cruz, entre as 09h15min e as 10h15min, para o qual também foram convidados os alunos da Escola Básica do 1.º Ciclo da Conchada.  

     A seguir, a escritora vem à Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos Martim de Freitas, para mais dois Encontros Leya, entre as 10h30min e as 11h15min com as turmas do 3.º e 4.º ano, e entre as 11h30min e as 12h15min com turmas do 5.º e 6.ºanos, no auditório da escola sede. 

       Por fim, haverá um último Encontro Leya da autora com os alunos da Escola Básica do 1.º Ciclo dos Olivais, entre as 14h30min e as 15h30min, no espaço do Refeitório da escola.

      Maria João Lopo de Carvalho nasceu em 1962. Filha do escritor neo-realista Fausto Lopo Caroça de Carvalho, licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas pela Universidade Nova de Lisboa, em 1985.

        Foi professora de português e inglês do ensino público e privado, entre os anos de 1985 e 1989 e, novamente, de 1992 a 1995.

      Foi empresária e atualmente dedica-se à escrita a tempo inteiro, com grande sucesso. Desde o ano de 2000 que tem publicado vários livros infanto-juvenis e também para os leitores adultos.

      Com os romances Virada do avesso (2000) e Acidentes de percurso (2001), ambos best-sellers, inscreveu o seu nome na literatura Pop.

    Seguiu-se o romance Adota-me (2004), onde aborda a pobreza infantil nos subúrbios de Lisboa.

      Estreou-se no romance histórico em 2011 com o best-seller Marquesa de Alorna, seguido em 2013 por Padeira de Aljubarrota e, em 2016, por Até que o amor me mate.

       A escritora vem-nos apresentar alguns dos seus livros infanto-juvenis:

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    Para saberes mais, deixamos aqui a biografia e a obra da autora, em PDF: maria-joao-lopo-de-carvalho-completo

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Semana da Cultura Científica:”Uma aventura no passado”

Os alunos do 4.º ano da Escola Básica de Coselhas, orientados pela sua professora titular, escreveram uma aventura empolgante, uma viagem no tempo, intitulada:

“Uma aventura no passado”

Amanhã é o dia do teste de História. E eu não estudei nada! É desta vez que os meus pais me deixam de castigo até aos 40 anos…

O que eu precisava mesmo… era de uma máquina do tempo.AH! AH! Que ideia tola! Espera aí, não é má ideia!…

Posso pedir ao avô Tozé. Ele é muito engenhocas. Até participou num concurso de invenções e ficou em  primeiro lugar.

– Avô! Ajuda-me a construir uma máquina do tempo?

– Sim, meu neto. Mas para quê?

– Não estudei para o teste de História. Penso que se viajar no tempo, amanhã saberei todas as respostas.

Máquina pronta, entro nela e começo a carregar nos botões.

– Avô! Funciona!

Lá fora, na garagem, o avô acena-me e faz-me sinal de que tudo vai correr bem.

Brrrrr…pim, pom, tlic…

– Que barulho é este?! Esta geringonça parou!!!

Olho pela janela e avisto um rapazinho com um capacete estranho e que traz à cinta uma espada, quase maior do que ele.

Tem um ar atarefado. Olha para mim com curiosidade e pergunta:

– Quem sois? Vindes da parte do meu primo?

Nisto, vejo-o desembainhar a sua espada.

Cheio de medo, recuei e tive apenas tempo para dizer:

– Não me mates, por favor. Eu nem sei quem é o teu primo.

Recolhendo a espada, volta a questionar-me:

– Então, quem sois?

Para evitar problemas, resolvo dizer que vim de um lugar muito afastado e que queria apenas saber mais sobre os costumes deste reino.

Enquanto estamos diante um do outro, penso para os meus botões “Esta cara não me estranha”. Pergunto-lhe, então:

– E tu, quem és?

– Respeitinho, rapazote! Eu sou El-Rei D. Afonso Henriques e tenho poder para te mandar cortar a cabeça.

É mesmo o meu dia de sorte! Tenho comigo o fundador da nação.

Agora, tenho que ganhar a sua confiança para que me mostre o seu Reino e me explique todos os seus planos.

– Desculpai, não queria ofender. Já ouvi falar de vós.

– E o que ouviste dizer?

– Disseram-me que combateu contra a sua mãe e que conseguiu transformar o Condado num Reino. É verdade?

– Sim, é verdade. Eu combati contra os exércitos da minha mãe porque ela acha que Portugal deve continuar a pertencer a Leão.

– AH!…

– Além disso, não gosto muito da maneira de ser do meu primo. Aquele Afonso põe-me os cabelos em pé com a mania de que manda em mim. Mas, sempre que se distrai, ataco o seu Reino.

– Estou a começar a perceber…

– Mas o meu maior problema são os Mouros. Parecem formigas… Não consigo livrar-me deles.

– Era um frasco de Raid

– Um quê?

– Nada, nada, nada… coisas do meu Reino. Continua.

– Tenho pressa. Combinei encontrar-me com o meu “priminho”. Vamos fazer as pazes.

– Também posso ir?

– Podes vir comigo, mas ainda temos muito que cavalgar.

– E qual é o nosso destino?

– Zamora, meu rapaz.

Chegado a Zamora, testemunho a assinatura do Tratado entre os primos, no ano da Graça de 1143.

Entretanto, escapo-me dali para fora, volto para a máquina do tempo e carrego nos botões, outra vez.

Brrrrr… pim, pom,tlic…

Saio da máquina e dou por mim com o teste à minha frente.

Desta vez, a professora vai ficar orgulhosa!

Texto coletivo – 4.º ano, EB1 de Coselhas

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Semana da Cultura Científica: “Pó de Estrelas” de Jorge Sousa Braga

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Pó de Estrelas

Somos feitos
da mesma matéria
que as estrelas
e os amores-perfeitos

Somos feitos
de pó de estrelas.

O concurso literário da BMC “Há poesia na escola”, no presente ano subordinado ao tema “O prazer de ler: entre a ciência e a literatura”, foi apresentado junto dos alunos do 3.º e 4.ºanos da Escolas do primeiro ciclo com BE.

Apesar de o livro ser recomendado para alunos um pouco mais velhos, a leitura orientada de alguns poemas, como “Madalena”, “Refrão” ou “Rotação”, permitiu a sua descodificação, a sua leitura expressiva e foi o mote para que cada um se dedicasse à “árdua tarefa” de escrever um poema. A seu gosto, e sem a obrigatoriedade de fundir a poesia com o fascínio pelos astros…

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Semana da Cultura Científica: Sessões de Cinema na BE

Durante a Semana da Cultura Científica (que decorreu entre 21 e 25 de novembro), e a par da Feira do Livro, houve sessões de cinema nas escolas com Biblioteca Escolar, com o filme de animação “Mr. Peabody & Sherman” para os alunos do 1.º e 2.º Ciclos.

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“Mr. Peabody & Sherman” é um filme de animação CGI/3D de 2014, realizado por Rob Minkoff e produzido pela DreamWorks, baseado nas personagens de mesmo nome do segmento animado Peabody’s Improbable History da série televisiva de animação “As Aventuras de Alceu e Dentinho” (ou Rocky & Bullwinkle, no original).

O filme conta-nos a história do Sr. Peabody, um cão cientista que é o ser mais inteligente do mundo e do amor incondicional que devota ao seu filho adotivo Sherman. No primeiro dia de escola de Sherman, quando ele sofre “bullying” de uma colega de escola (Penny Peterson) e reage, o diretor chama o Sr. Peabody para o informar do sucedido. No entanto, também se encontra presente uma representante do Departamento de Segurança e Proteção Infantil muito preconceituosa que informa o Sr. Peabody de que o Sherman lhe vai ser retirado se mais incidentes ocorrerem. Para resolver o problema, o Sr. Peabody convida os Peterson para todos se conhecerem melhor e resolverem o conflito, mas o mau uso de Sherman da máquina do tempo causa resultados desastrosos e hilariantes que poderão pôr em risco o “continuum” do espaço-tempo…

No início de cada sessão houve uma pequena apresentação do filme e uma breve reflexão com os alunos sobre os quatro temas principais deste filme animado de aventura e ficção científica, com viagens pela História do Mundo: as ciências (tanto experimentais como humanas) , o “bullying”, o racismo, e os problemas da adoção/parentalidade.

Todos os alunos e docentes acompanhantes que têm assistido ao filme têm manifestado o seu agrado e entusiasmo pela sua qualidade e interesse, pelo que vão decorrer mais algumas sessões de cinema na Biblioteca Escolar até ao final do 1.º período letivo, de modo a dar oportunidade a mais turmas de o verem.

Fica aqui o “trailer” do filme:

Queres ver quais foram os atores que dobraram o filme em português?

 

NB: Fonte consultada: https://pt.wikipedia.org/wiki/Mr._Peabody_and_Sherman

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SEMANA DA CULTURA CIENTÍFICA

A MAGIA DA QUÍMICA

A iniciar a Semana da Cultura Científica, os alunos do 3.º e 4.º anos da Escola Básica de Montes Claros e os alunos do 3.º ano da Escola Básica 2.º e 3.º Ciclos Martim de Freitas assistiram a uma atividade intitulada “A Magia da Química”, dinamizada pela Professora de Ciências Físico-Químicas Lídia Mota.

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Realizada em moldes diferentes nas duas escolas, na Escola de Montes Claros a professora Lídia Mota conduziu diferentes experiências que suscitaram a admiração dos alunos: encher um balão sem soprar, conseguir uma linda cor carmesim num tubo de ensaio a partir de dois reagentes incolores ou fazer um pega-monstro, foram as experiências que viram e queriam repetir.

Já na Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos Martim de Freitas, foram os alunos da turma D do 8.º ano, sob a orientação da professora Lídia Mota, que mostraram aos mais novos “ A magia da Química”.

À saída do Laboratório, os alunos tiveram ainda a oportunidade de visitar uma mostra dos trabalhos dos alunos de Físico-Química sobre as moléculas, a Terra, os astros e o sistema solar, uma exposição de que gostaram muito.

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Como recordação da Semana da Cultura Científica, a Biblioteca Escolar ofereceu aos alunos o poema de António Gedeão “Lágrima de Preta”, que deixamos também aqui, em PDF: semana-da-ciencia

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NB: Imagens do folheto extraídas da Internet.

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O Sapo Apaixonado, de Max Veithuijs

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A leitura da obra de Max Veithuijs foi antecedida de uma breve apresentação sobre sapos, nomeadamente como nascem e vivem, como se alimentam e também algumas curiosidades sobre estes batráquios.

Em seguida, os alunos do 1.º ano das escolas do agrupamento, assistiram à leitura animada e digital do livro, partilharam as suas impressões de leitura e explicaram o desenlace da obra: o amor entre um sapo verde e uma pata branca, pois “o amor não conhece barreiras”.

A leitura animada e digital:

No entanto, a sessão terminou de forma mais animada. Uma vez que já sabem as vogais, foi proposta a audição da música ” O sapo não lava o pé”, que joga com os diferentes sons vocálicos. Claro que não resistiram e trautearam com alegria esta música…

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Orelhas de borboleta

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” A Mara é orelhuda!
– Mãe, tu achas que eu sou orelhuda?
– Não, filha. Tens é orelhas de borboleta.
– E como são as orelhas de borboleta?
– São orelhas que revoluteiam na cabeça e pintam as coisas feias de mil cores.”

O livro de Luísa Aguilar foi apresentado às turmas das escolas do 1.º Ciclo de Montes Claros, Coselhas e Santa Cruz, recorrendo-se a um exercício de leitura expressiva do texto e, em simultâneo, à sua exploração ideológica.

No final, assistiu-se também à leitura animada e digital do livro e realizou-se um pequeno trabalho de expressão plástica, pois cada criança pintou de forma livre um molde  de uma borboleta.

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Os alunos sabem que “ter as orelhas grandes, o cabelo rebelde, ser alto ou baixo, magro ou rechonchudo… até a mais insignificante característica pode ser motivo de troça entre as crianças”, mas, com imaginação, somos capazes de transformar o que, aparentemente, é um traço negativo num traço positivo, que nos distingue dos outros e nos possibilita aceitar como realmente somos.

Seres que, tal como as borboletas de mil cores que cada criança pintou, são especiais, únicos e diferentes. E aí reside a beleza de cada um de nós.

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Leitura animada e digital em: https://www.youtube.com/watch?v=3qQtdCEz6J8