Publicado em Atividades da BE em articulação - 1ºCiclo

“O Mercador de Coisa Nenhuma” de António Torrado

“Neste livro coabitam um mercador que vende bens sem preço, um gigante de ferro com um bom coração, um ciclista que deixa todos de nariz no ar, um menino que vive um milagre, um prisioneiro que dá vida às sombras, um relógio que é um tesouro e uma pedra que mostra que a vida é um círculo fechado.”

A leitura desta coletânea de contos de António Torrado ao 3.º ano de escolaridade tem vindo a ocupar as nossas sessões de leitura nas bibliotecas escolares de Coselhas, Montes Claros e Santa Cruz.

merca

Integrada no projeto de leitura de obras do Programa e Metas Curriculares com a biblioteca escolar foram várias as atividades realizadas em torno da leitura desta obra suportada por um guião.

Assim, fomos ao encontro do autor com palavras cruzadas , descobrimos como se pode ser “mercador de coisa nenhuma” a partir do estudo do primeiro conto, que dá o título a esta coletânea, e escrevemos também sobre os nossos sonhos.

nuvens

Aprendemos como se trabalha o ferro, como são os mecanismos dos relógios e como um gigante de bronze pode ter um bom coração. E o que são as sombras chinesas, qual a sua história e experimentámos também fazê-las.

sombras

Como Fazer Sombras Chinesas?

Para conseguires fazer um verdadeiro e animado teatro de sombras chinesas com as mãos, vais precisar de uma tela ou parede em branco, devidamente iluminada. Através de algumas imagens, irás perceber de que forma deverás colocar as mãos e os dedos, para formar um coelho, pato ou cão. Ao início, poderá parecer-te difícil, mas nada que alguma prática não resolva.

Existe uma lenda chinesa a respeito da origem do teatro de sombras.

No ano de 121, o imperador Wu’Ti da dinastia Han, desesperado com a morte de sua bailarina favorita, teria ordenado ao mago da corte que a trouxesse de volta ao “Reino das Sombras”, caso contrário ele seria decapitado.

O mago usou a sua imaginação e, com uma pele de peixe macia e transparente, confeccionou a silhueta de uma bailarina. Depois, ordenou que, no jardim do palácio, fosse armada uma cortina branca contra a luz do sol, de modo a que deixasse transparecer a luz.

No dia da apresentação o imperador e a sua corte reuniram-se no jardim do palácio. O mago fez surgir, ao som de uma flauta, a sombra de uma bailarina movimentando-se com leveza e graciosidade. Neste momento teria surgido o teatro de sombras.

in Wikipedia

Escrevemos um final diferente para a estranha história de um ciclista acrobata e equilibrista, fizemos a leitura dramatizada do conto “Um tostãozinho para o Santo António” e descobrimos o significado de novas palavras.

 

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