Publicado em Sugestões Musicais

“December Song” – Peter Hollens c/ Chad Lawson

 

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Publicado em Lições TED-Ed

“Porque deveremos escutar ‘As Quatro Estações’ de Vivaldi?”

 

Leve, brilhante e alegre, “As Quatro Estações” de Vivaldi é das obras musicais do início do século XVIII mais conhecidas, surgindo em inúmeros filmes e anúncios televisivos. Mas qual é o seu significado, e porque é que soa assim? Betsy Schwarm revela a narrativa subjacente desta obra-prima musical.

Lição de Betsy Schwarm, animação de Compote Collective.

 

 

Ver a lição completa: http://ed.ted.com/lessons/why-should-you-listen-to-vivaldi-s-four-seasons-betsy-schwarm

Publicado em Poemas

“Balada da Neve” de Augusto Gil

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BALADA DA NEVE

Batem leve, levemente,
como quem chama por mim.
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente
e a chuva não bate assim.

É talvez a ventania:
mas há pouco, há poucochinho,
nem uma agulha bulia
na quieta melancolia
dos pinheiros do caminho…

Quem bate, assim, levemente,
com tão estranha leveza,
que mal se ouve, mal se sente?
Não é chuva, nem é gente,
nem é vento com certeza.

Fui ver. A neve caía
do azul cinzento do céu,
branca e leve, branca e fria…
– Há quanto tempo a não via!
E que saudades, Deus meu!

Olho-a através da vidraça.
Pôs tudo da cor do linho.
Passa gente e, quando passa,
os passos imprime e traça
na brancura do caminho…

Fico olhando esses sinais
da pobre gente que avança,
e noto, por entre os mais,
os traços miniaturais
duns pezitos de criança…

E descalcinhos, doridos…
a neve deixa inda vê-los,
primeiro, bem definidos,
depois, em sulcos compridos,
porque não podia erguê-los!…

Que quem já é pecador
sofra tormentos, enfim!
Mas as crianças, Senhor,
porque lhes dais tanta dor?!…
Porque padecem assim?!…


E uma infinita tristeza,
uma funda turbação
entra em mim, fica em mim presa.
Cai neve na Natureza
– e cai no meu coração.

Augusto Gil, Luar de Janeiro

Publicado em Atividades da BE em articulação - 1ºCiclo

ENCONTRO LEYA COM O ESCRITOR JOSÉ FANHA

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Acima de tudo, continuo apaixonado pela poesia e por histórias. Gosto de as escrever e gosto de ir a escolas e bibliotecas para ler poesia e contar histórias, porque a escrever histórias e a poesia nós deitamos cá para fora, e partilhamos com os outros, as nossas dores, os nossos sonhos e as nossas alegrias. E essa partilha é a coisa melhor que há na vida.

http://www.nonio.uminho.pt/netescrita/autores/jfanha.html

Nos dias 12 e 13 de dezembro, nas Bibliotecas Escolares do Centro Escolar de Montes Claros e da Escola Básica 1 de Coselhas houve mais Encontros Leya, desta vez com o escritor José Fanha.

Preparados para receber o autor, no Centro Escolar de Montes Claros os alunos do 4.º B, ensaiados pela professora Ana Canilho e pela professora Rita de Expressão Musical, apresentaram uma pequena coreografia inspirada na música ” Cantiga Grave” da autoria do autor e de Daniel Completo.  Já em Coselhas, o autor foi recebido com uma entrevista bem ao estilo do programa televisivo “Alta Definição”.

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Comunicador por excelência, José Fanha “contou e encantou” com alguns dos títulos da sua obra, recitou lengalengas acompanhado pelos mais novos e partilhou experiências de vida e memórias.

E são essas experiências de vida e essas memórias que subitamente se entrelaçam nos seus textos e lhes dão vida, como o autor recordou a propósito da obra “Os sapatos do Pai Natal” ou “O dia em que a barriga rebentou”, deixando aos alunos o conselho de escreverem a partir do que lhes é próximo.

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Publicado em Atividades da Biblioteca, Concursos

A Exposição BE dos Postais de Natal dos alunos do Agrupamento

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Findo o concurso municipal “Vamos Viver o Natal”, a Biblioteca Escolar expôs os postais de Natal dos alunos do agrupamento que desejaram concorrer a este concurso na sua área de exposições do primeiro andar do Bloco C, onde poderão ser apreciados pela comunidade escolar até ao final da primeira semana de janeiro.

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Publicado em Concursos

Concurso Municipal “Vamos Viver o Natal” – Temos vencedores!

Dois alunos do 1.ºB e do 2.ºB da EB1 de Montes Claros estão de parabéns, pois os seus postais foram selecionados para representarem o nosso agrupamento de escolas na categoria do 1.º Ciclo deste concurso, tendo sido vencedores. Os alunos receberam como prémio uma aventura de “Os Cinco”, da escritora britânica Enid Blyton.

Aqui ficam os seus trabalhos, prestes a serem impressos pela Biblioteca Municipal de Coimbra.

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Um conto de Natal

O Menor dos Anjinhos foi o conto escolhido este ano para leitura aos alunos do 1.º Ciclo e do JI de Montes Claros e que inspirou a realização dos trabalhos para o Concurso da Biblioteca Municipal ” Vamos viver o Natal”.

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Capa da 1.ª Edição.

Foram muitos os trabalhos realizados pelos alunos a partir desta história de Charles Tazewell, publicada em 1946, que narra as aventuras de um pequeno anjo que consegue perturbar toda a paz celestial com as suas travessuras.

 As saudades de casa eram imensas e, depois de conseguir uma caixinha que tinha deixado na terra com os seus mais preciosos tesouros, uma borboleta, dois seixos, um ovo de um passarinho, a coleira do seu cão, muda radicalmente de comportamento.

E é essa caixinha, velha e gasta, que o pequeno anjo decide oferecer a Jesus, quando por todo o céu ecoa a notícia do Seu nascimento, em contraste com o esplendor de todos os outros presentes que são oferecidos.

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Encontro com o escritor António Vilhena

No dia 7 de dezembro, no âmbito da Semana da Pessoa com Deficiência, tivemos um Encontro com o escritor António Vilhena no auditório da escola sede, destinado aos alunos do 1.º Ciclo, alunos do Ensino Estruturado e Comunidade Escolar em geral.

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António Vilhena veio contar-nos a história do “Picó Seis Dedos no Planeta Azul”, mas também a história real em que se inspirou para escrever este seu novo livro,  que aborda a problemática do autismo de uma forma suave, mantendo a sua leitura e interpretação em aberto.

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Depois, apresentou-nos o Picó Seis Dedos, um boneco grande, moreno e muito colorido, com três olhos, três braços, três pernas e seis dedos em cada mão,  que suscitou muita curiosidade e entusiasmo nos alunos. E com o boneco ao colo, o escritor colocou várias questões que ajudaram os alunos a refletir sobre a problemática ambiental: “Será que é necessário termos seis dedos em cada mão para conseguirmos salvar os oceanos, usando sacos de papel em vez de plástico?” Será que é necessário termos seis dedos em cada mão para pouparmos água, fechando a torneira, quando lavamos os dentes?” “Será que podemos, com apenas cinco dedos em cada mão, desligar as luzes quando saímos de um espaço da casa para outro?”…

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Durante o tempo dedicado às perguntas – e foram muitas as perguntas feitas pelos alunos -, o escritor foi explicando como é o ofício de psicólogo, escritor e poeta, os momentos de inspiração resultantes do muito trabalho de base, e o trabalho de equipa entre o escritor e o(a) ilustrador(a), os conselhos que deve procurar para que o seu trabalho resulte excelente em conteúdo, imagem e acessibilidade ao leitor. António Vilhena ainda apresentou alguns dos seus outros livro infanto-juvenis, como por exemplo, a série da Formiga-Barriguda.

No final, houve ainda tempo para o escritor dar autógrafos e oferecer alguns dos seus livros à Biblioteca Escolar da escola sede, tendo a Professora Bibliotecária Coordenadora Isabel Belchior agradecido a oferta e a presença do escritor, em nome da Biblioteca Escolar, do Grupo de Educação Especial, do Serviço de Psicologia e Orientação e de todos os presentes, alunos e docentes.